Quarta-feira, Fevereiro 11, 2026
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Activistas no Sequele mobilizam mais de 30 mil pessoas para manifestação

Os activistas do município do Sequele, Mário Faustino e José Contreiras, anunciaram ter mobilizado mais de 30 mil pessoas para participarem na manifestação marcada para este sábado, 31 de janeiro. O protesto tem como principal objetivo exigir a demissão do atual administrador municipal, Adão Pacheco Valentin.

A iniciativa foi divulgada durante uma entrevista no programa Turbilhão da Sociedade, transmitido pela TV Maiombe.

Segundo Mário Faustino, “as condições estão criadas” e há grande adesão não apenas no município do Sequele, mas também em localidades vizinhas da província do Icolo e Bengo. Jovens de Calumbo, Bom Jesus, Muxima, Cabiri e Catete confirmaram presença. Empresários locais também se disponibilizaram a apoiar a atividade com fornecimento de água.

Faustino destacou ainda a postura imparcial da polícia local, liderada pelo comandante Vasco, garantindo que não há ameaças ou riscos de violência: “Não estamos aí para fazer vandalismo, a única coisa que queremos é a demissão do administrador”.

Os ativistas acusam o administrador Adão Pacheco de ausência constante e falta de resposta às demandas da população. “O administrador não tem sido presencial e os cidadãos não encontram soluções viáveis na administração. O município está praticamente abandonado”, afirmou Faustino.

José Contreiras reforçou que o administrador “não está a conseguir organizar devidamente o município”, razão pela qual exigem a sua saída.

A concentração está marcada para as 8h30 junto ao mercado do Sequele, na paragem do Maye Maye. Os organizadores apelam à participação massiva da população.

“Compareçam, porque aquilo que é a nossa exigência vai beneficiar todos os munícipes do Sequele e da província do Icolo e Bengo”, disse Faustino.

José Contreiras acrescentou: “Que os irmãos participem, porque essa marcha vai ser muito boa para todos nós”.

Os ativistas afirmaram ter remetido um documento ao governo provincial, mas até ao momento não receberam resposta. “Está tudo acautelado, porque é um direito que nos cabe. Vamos fazer sentir a nossa voz”, concluiu Faustino.

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