LUANDA – O Centro de Convenções de Belas é, desde o passado dia 28 de Fevereiro, o palco do VIII Congresso da Organização da Mulher Angolana (OMA). Entre as figuras de destaque na bancada de delegadas, conta-se Níria Marques, membro da Comissão Executiva do Comité Provincial do MPLA em Icolo e Bengo e Primeira Secretária Municipal do MPLA na Quiçama .
A dirigente partidária quintegra o fórum e decorre em Luanda, focado no reforço do papel da mulher na consolidação das conquistas políticas e sociais do MPLA.
O evento, que se estende até ao dia 2 de Março de 2026, reúne centenas de delegadas vindas de todo o país e da diáspora, num momento de profunda reflexão e renovação da organização feminina do partido no poder.
A participação de Níria Marques neste congresso não é apenas formal, mas estratégica. Enquadra-se no esforço contínuo de reforço do papel da mulher como pilar fundamental na manutenção das conquistas do MPLA. A dirigente tem-se destacado pelo seu trabalho de base, e a sua presença no fórum visa alinhar as diretrizes nacionais com as necessidades específicas das comunidades de Icolo e Bengo e da Quiçama.
Os debates do VIII Congresso centram-se em três eixos principais:
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Domínio Político: Aumentar a representatividade feminina nos órgãos de decisão.
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Domínio Social: Combater a literacia e promover o bem-estar das famílias angolanas.
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Domínio Económico: Fomentar o empreendedorismo feminino e a autonomia financeira da mulher rural e urbana.
Para a Primeira Secretária Municipal da Quiçama, este congresso representa uma oportunidade soberana para o aprofundamento das intervenções locais, garantindo que as orientações do MPLA cheguem com eficácia a todas as franjas da sociedade.
A agenda do encontro prevê ainda o balanço das atividades do mandato anterior e a eleição dos novos órgãos diretivos que guiarão a OMA nos próximos anos, sob o signo do empoderamento e da unidade nacional.
“A participação das lideranças municipais e provinciais neste certame reafirma o compromisso da OMA em ser a vanguarda da luta pelos direitos da mulher angolana e pelo progresso do país.”



