LUANDA-A Indra foi selecionada pela quinta vez consecutiva, depois de já ter assegurado os processos eleitorais de 2008, 2012, 2017 e 2022. A nova adjudicação, feita na sequência de um concurso público na semana passada, motivou reações imediatas dos partidos da oposição .
A UNITA, maior partido da oposição, reagiu com críticas diretas à decisão da CNE. O seu líder, Adalberto Costa Júnior, questiona a repetição da escolha da mesma empresa ao longo dos anos: “Porque que é a mesma empresa que faz as eleições desde 2008? Porquê?”, questiona.
O dirigente considera que os processos anteriores deixam memórias negativas no país e acusa o Executivo de ignorar o sentimento popular: “Então, porque que o Governo angolano aprova sempre aquilo que não deixa boas memórias para os angolanos? Porque que o governo angolano não está alinhado à vontade dos angolanos?”, pergunta.



